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Famílias remanejadas do Tucunduba assinam contrato da casa própria

Um sonho com data e hora marcada para ser realizado. Centenas de famílias de baixa renda lotaram o auditório do Centur na manhã desta terça-feira, 20, para assinatura do contrato com a Caixa Econômica Federal, que lhes garantiu o acesso a tão sonhada casa própria. São 704 famílias com renda de até R$ 1.800,00, que a partir do próximo dia 26 terão um novo endereço: o Residencial Viver Melhor Primavera, no Tapanã.

O conjunto foi construído por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal e a inauguração na próxima semana foi confirmada pelo prefeito Zenaldo Coutinho, durante o evento no Centur, o que foi celebrado com aplausos e euforia pelas famílias presentes. “Graças a Deus! É um alívio saber que saí do alagado e já já vou ter a minha tão sonhada casinha”, declarou a aposentada de 68 anos, Rosa Pacheco da Cruz, logo após a assinatura do contrato. Ela integra um grupo de 64 famílias remanejadas da passagem Boa Esperança, às margens do canal do Tucunduba, no bairro do Guamá, em Belém.

Assim como ela, José Lucicleo dos Santos e a esposa Patrícia também estavam felizes com a conquista: “Eu tenho um casal de filhos, de 13 e 10 anos de idade. Isso aqui representa uma grande vitória pra nós, do Tucunduba. O prefeito se comprometeu conosco e está cumprindo. É moradia digna pra nossa família”, declarou José, com um grande sorriso no rosto.

O remanejamento das famílias e a posterior remoção das casas construídas irregularmente sobre o canal do Tucunduba foi fundamental para a continuidade das obras do projeto de Saneamento Integrado do Tucunduba, que está sendo executado pelo Governo do Estado desde o ano passado. As famílias identificadas previamente para remoção assinaram um acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop) que lhes garantiu o recebimento de um auxílio moradia mensal, no valor de R$ 523,45 até que a nova moradia fosse entregue.

Projeto Tucunduba

Orçada em cerca de R$ 35 milhões, essa segunda etapa do projeto Tucunduba  foi retomada em janeiro/2016 e envolve uma área de cerca de 800 metros, no trecho que vai da Rua São Domingos até a Rua dos Mundurucus e deve ser concluída em maio de 2018.

Além da abertura e pavimentação das pistas laterais, construção de calçadas e ciclofaixas, a obra também inclui a drenagem e dragagem do canal, tubulação de esgoto e a construção de três pontes de concreto e uma passarela metálica. Mais de 250 mil famílias vivem hoje ao longo da bacia do Tucunduba, considerada a segunda maior bacia hidrográfica da capital e que atravessa cinco bairros: Guamá, Universitário, Terra Firme, Canudos e Marco.

Projeto Taboquinha

Além das famílias do Tucunduba, mais 79 famílias de Icoaraci fizeram parte do público que hoje assinou contrato com a Caixa Econômica Federal, para aquisição da tão sonhada casa própria. O grupo faz parte dos remanejados do Projeto Taboquinha, localizado em Icoaraci, alguns dos quais recebem o auxílio aluguel.

A felicidade estava estampada no rosto de João Santos de Oliveira, que ao lado da esposa Suely Maria Filgueira Jardim, comemorava a assinatura do seu contrato.

Suely disse que a casa onde vive o casal há nove anos, na rua 2 de Dezembro, em Icoaraci, é de madeira e está bastante deteriorada. “Quando recebi o comunicado fiquei esperançosa, e foi com esse espírito que participei da reunião de orientação na Cohab. Quase cheguei a desistir por conta de um problema na minha família” – disse, referindo-se ao alcoolismo do marido. “Mas, depois de participar da vistoria no apartamento novo, resolvi dar continuidade ao processo. Fui estimulada a não desistir e agora só tenho a comemorar. É a realização de um sonho”, declarou.

Izaura da Silva Barros, moradora da comunidade Cubatão, que integra o Projeto Taboquinha, também era só felicidade. “Vivo há mais de 20 anos no Cubatão e a minha casa está em condições precárias. Meu banheiro já desabou e parte da cozinha também está prestes a cair. Então, só de saber que vamos sair daquele lugar e morar num apartamento confortável já é motivo de muita alegria. Eu jamais teria condições de comprar uma casa assim pra mim”, disse a dona de casa, que mora com um neto de cinco anos e sobrevive com a renda do programa Bolsa Família.

O projeto Taboquinha contempla, além da construção de unidades habitacionais, a urbanização de toda a área externa do residencial, com pavimentação de vias, implantação de rede de esgoto, drenagem pluvial e de abastecimento, estação de tratamento de água, centro comunitário e áreas de lazer. O projeto inclui ainda a recuperação do Igarapé do Cubatão, propiciando aos pescadores retomar suas antigas atividades.

Por Marlicy Bemerguy

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Obras do Tucunduba avançam com a ordenação de famílias

A auxiliar de cozinha Camila Silva se prepara pra mudar de endereço e também de vida. Ela integra a lista de 149 famílias cadastradas pela área social da Sedop que já estão sendo remanejadas das áreas contíguas ao canal do Tucunduba.

 

A auxiliar de cozinha Camila Silva mora há cinco anos com as três filhas pequenas - de 9, 3 e 1 ano de idade, num barraco improvisado na passagem Boa Esperança, às margens do canal do Tucunduba, bairro do Guamá, em Belém. Agora ela se prepara pra mudar de endereço e também de vida, e não esconde a alegria. Camila faz parte da lista de 149 famílias cadastradas pela área social da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop) que já estão sendo remanejadas da área, para continuidade das obras do Projeto de Saneamento Integrado do Tucunduba.

A diretora de relações comunitárias da Sedop, Bernadete Costa (e), esclarece que das 149 famílias, 73 assinaram acordo individual que garante o pagamento de auxílio moradia por um período de três meses (maio, junho e julho).

 

A diretora de relações comunitárias da Sedop, Bernadete Costa, esclarece que desse total, 73 famílias assinaram acordo individual que garante o pagamento de auxílio moradia por um período de três meses (maio, junho e julho). Esse é o prazo previsto para entrega do Residencial ‘Viver Melhor Primavera’, que está sendo construído pela Prefeitura de Belém no bairro do Tapanã, e para onde essas famílias serão remanejadas. “Já é uma grande vitória pra gente poder sair daqui, onde alagava tudo, e ir para um lugar melhor. É tudo de bom!“ reconhece Camila.

Outros 76 moradores optaram por receber uma indenização completa, que é quando ocorre a retirada total da casa, ou indenização parcial, nos casos em que foi preciso fazer apenas um recuo ou retirada de um cômodo para permitir o alargamento da via.

 

Já o outro grupo, de 76 moradores, optou por receber uma indenização completa, que é quando ocorre a retirada total da casa, ou indenização parcial, nos casos em que foi preciso fazer apenas um recuo ou retirada de um cômodo para permitir o alargamento da via. Esse foi o caso do aposentado Dionísio Gonçalves Neto, que mora há onze anos com a esposa e dois filhos na passagem Boa Esperança, na margem direita do Tucunduba, por onde passará em breve uma grande avenida. “Essa obra nos deixa esperançosos porque desde que ela começou nunca mais alagou aqui em casa. Imagine quando ficar pronta”, diz ele.

O aposentado Dionísio Gonçalves Neto, que mora há onze anos com a esposa e dois filhos na passagem Boa Esperança, na margem direita do Tucunduba, optou por uma indenização parcial.

 

Obra avança

 

Após a realização de nova licitação pela Sedop, no ano de 2016, a segunda etapa do projeto de saneamento do Tucunduba foi retomada e deve ser concluída em 2018.

 

Orçada em R$ 34.282.306,34, a segunda etapa do projeto de saneamento do Tucunduba foi iniciada em janeiro de 2016 e envolve uma área de cerca de 800 metros, no trecho que vai da Rua São Domingos até a Rua dos Mundurucus, e deve ser concluída em maio de 2018. “O remanejamento dos moradores é fundamental para que as obras avancem com alargamento e construção das vias. Dos 800 metros previstos, restam apenas 300 para o trecho até a Rua dos Mundurucus seja concluído”, explicou o diretor de fiscalização da Sedop, engenheiro Sérgio Paixão.

“O remanejamento dos moradores é fundamental para que as obras avancem com alargamento e construção das viasg

 

Além da abertura e pavimentação de duas grandes pistas laterais, construção de calçadas e ciclofaixas, a obra inclui o alargamento do canal, com a drenagem dragagem e limpeza, tubulação de esgoto e a construção de três pontes de concreto e uma passarela metálica. Mais de 250 mil famílias vivem hoje ao longo da Bacia do Tucunduba, considerada a segunda maior bacia hidrográfica da capital e que atravessa cinco bairros: Guamá, Universitário, Terra Firme, Canudos e Marco.

Histórico

O projeto de saneamento do Tucunduba é antigo, começou a ser executado em 1999, pela Prefeitura de Belém. O primeiro trecho, com 1,2 quilômetros entre a Avenida Perimetral a Rua São Domingos, foi inaugurado em 2004.

Em 2008, a execução do projeto passou a ser de responsabilidade do governo do Estado. Mas, pela complexidade da obra, muitos ajustes tiveram que ser feitos no projeto, o que desacelerou o ritmo dos trabalhos. Após a realização de nova licitação pela Sedop, no ano de 2016, a segunda etapa da obra foi retomada e deve ser concluída em 2018.

Orçada em R$ 34.282.306,34, a segunda etapa do projeto de saneamento do Tucunduba foi iniciada em janeiro de 2016, envolvendo uma área de cerca de 800 metros, e deve ser concluída em maio de 2018.

 

Já a terceira e última etapa do projeto envolve uma área de 1,4 quilômetros, que vai da Rua dos Mundurucus até a travessa Vileta, no bairro do Marco. Esse trecho ainda vai ser licitado.

 

Por Marlicy Bemerguy

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Pavimentada, Rua Celso Malcher será aberta ao tráfego de veículos

Nesta quarta-feira (17), a Rua Celso Malcher, no trecho entre a ponte de concreto e a Passagem Helena, no bairro da Terra Firme, será liberada para o tráfego de veículos, após a conclusão das obras de asfaltamento de 260 metros de via pública. Com a diminuição das chuvas, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop) terminou a pavimentação nesta terça-feira (16).

 

Segundo o engenheiro Gilmar Mota, da Sedop, durante o tempo de interdição da Rua Celso Malcher foram executados serviços de drenagem e pavimentação em CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado Quente), elevação do pavimento em 30 centímetros, limpeza com hidrojato da rede de drenagem e poço de visita – acesso para manutenção da drenagem e boca de lobo.

As obras de asfaltamento e melhoria da rede de drenagem já foram concluídas pela Sedop

 

Nesta quarta-feira começarão as obras no meio-fio e nas calçadas, com previsão de 15 dias para conclusão, e ainda neste mês será iniciada a sinalização horizontal e vertical, serviço que pode levar até oito dias. Enquanto o trecho estiver sendo sinalizado, a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) será acionada para organizar a interdição parcial da rua, a fim de que os serviços não impeçam o fluxo de veículos, ciclistas, motociclistas e pedestres.

 

Veículos, ciclistas e pedestres vão trafegar com tranquilidade pela Rua Celso Malcher, no trecho entre a ponte de concreto e a Passagem Helena

 

O engenheiro Gilmar Mota explicou que antes da pavimentação o perímetro revitalizado da Rua Celso Malcher acumulava água da chuva, formando poças e obstruindo a rede de drenagem. Para garantir o pleno escoamento das águas pluviais, a via foi nivelada, eliminando os pontos passíveis de alagamento.

 

Por Izabel Cunha

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Municípios recebem apoio para revisão de Planos Diretores

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop) realizou nesta quinta-feira, 4, em Belém, o V Seminário do Programa Estadual de Ordenamento Territorial Urbano (Proturb). O objetivo é auxiliar os técnicos das prefeituras no processo de elaboração e revisão dos Planos Diretores Municipais (PDM). Nesta etapa, o trabalho de capacitação e apoio técnico abrange um total de 34 municípios das regiões do Marajó, Caetés, Capim e Guamá.

O Plano Diretor é uma lei municipal obrigatória para cidades com mais de 20 mil habitantes. É ele que determina a política de desenvolvimento urbano do município e estabelece diretrizes para áreas importantes como: habitação, saneamento, mobilidade, saúde, educação e outras. “A revisão do PDM é um processo de planejamento que deve ser realizado com disciplina, responsabilidade e apoio de profissionais e especialistas capacitados”, destacou a coordenadora de planejamento urbano e territorial da Sedop, Semírames Silva.

Ela também lembrou aos participantes do seminário que a lei federal “Estatuto das Cidades” estabeleceu um prazo de dez anos para as prefeituras revisarem seus planos diretores. O prazo venceu no ano passado e os prefeitos que não cumprirem o cronograma poderão ser condenados por improbidade administrativa.

Nesta etapa de revisão da estrutura do Plano Diretor, os gestores municipais terão a chance de estabelecer diretrizes para três áreas importantes: Desenvolvimento Municipal, que inclui ações urbanística, social, ambiental, econômica e político-administrativa; Ordenamento Territorial, que inclui o macrozoneamento do município e das áreas urbanas; e Gestão Urbana, que inclui a criação de um sistema de planejamento e gestão e de informações municipais. No Pará, 85 municípios já aderiam ao Proturb e estão fazendo a revisão de seus Planos Diretores.

Por Marlicy Bemerguy

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