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“Pará 2030” é apresentado a servidores públicos do Estado

Servidores públicos do Estado conheceram na tarde desta segunda-feira (27) o plano para o desenvolvimento econômico e social paraense, “Pará 2030”. As ações que terão como base a sustentabilidade foram apresentadas pelo governador Simão Jatene durante encontro realizado no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia. Esta é a última etapa antes do lançamento oficial do projeto, programado para a quarta-feira (29), em Belém. 

A apresentação contou com a participação do chefe da Casa Civil, José Megale, e de secretários de Estado. “Fiz questão de compartilhar esse projeto não só com os entes diretamente envolvidos nele, mas com todos os servidores púbicos, pois acredito que para que ele tenha êxito é preciso que seja entendido e apropriado pela própria sociedade”, afirmou o governador Simão Jatene.

As estratégias serão colocadas em prática ao longo dos próximos anos e contemplam todas as regiões paraenses. Para isso foram diagnosticadas vinte e três oportunidades e eleitas 12 cadeias produtivas prioritárias, entre elas as do açaí, cacau, exploração mineral, turismo e gastronomia, logística, pesca e aquicultura, atividade florestal, aquicultura e pecuária sustentável, entre outros.

Um dos principais mecanismos do planejamento é o incentivo à verticalização das cadeias produtivas. O plano se desdobra em 70 iniciativas, 280 ações e 1.400 marcos de implementação. Com o projeto, o governo pretende dinamizar a economia e melhorar os indicadores socioeconômicos nas diversas regiões paraenses, elevando a renda per capita (PIB) do estado em 5,3%, a cada ano, até 2030.

A coordenação dos estudos e promoção de debates para implantação do Plano ficaram a cargo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Pará (Sedeme), em parceria com a consultoria empresarial da McKinsey, especializada em projetos estratégicos. 

“Com essas ações queremos dinamizar a economia de todas as regiões do Pará e gerar mais emprego e renda à população. Não podemos mais continuar com um modo de produção baseado na exploração de nossos recursos, o que tem sido perverso para o Estado. Nesse sentido, a verticalização da produção e a sustentabilidade podem nos garantir uma economia mais forte, para que possamos dar o devido retorno, com mais qualidade de vida, à população”, afirmou o governador Simão Jatene.

Os servidores aprovaram a iniciativa e reconheceram o esforço do governo para mudança de paradigma no desenvolvimento local. Entre eles estava a gerente de alimentação escolar da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Flávia Cristina Lira. “Eu já tinha ouvido falar do projeto, mas não tinha conhecimento mais profundo. Foi excelente essa apresentação feita pelo governador, pois isso nos deu mais confiança. Ele está à frente do governo e conhece melhor do que qualquer um os problemas locais. E acho que precisávamos de um plano mesmo, pois parecia que estava todo mundo jogando solto. Agora temos uma meta de conhecimento geral”, avaliou Flávia Lira.

A servidora também destacou a importância da união entre servidores, Estado e sociedade civil para que as metas sejam alcançadas. “Se todos unirmos forças e tivermos esse mesmo plano, atuando, cada um no seu setor, podemos fazer acontecer. Temos que nos ajudar e trabalhar juntos porque se continuar como está todos sairemos perdendo. O governador não vai ficar na gestão até 2030, mas a gente tem que agir agora se quisermos construir um Pará melhor para as próximas gerações”, ressaltou Flávia Lira.

Após a apresentação, o governador pediu o engajamento de todos os servidores para que, dentro de suas competências, possam contribuir para colocar o projeto em prática. “Precisamos envolver a todos e é necessário que todos também estejam cientes da situação do Estado e das possibilidades de crescimento. Se cada um - governo e sociedade - fizer a sua parte teremos um Pará melhor”, finalizou Jatene.

Por Lidiane Sousa

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Obras do Tucunduba avançam com asfaltamento das pistas laterais do canal

“Antes isso aqui era só ponte, não passava carro, alagava tudo. Agora, com essa obra, a minha casa não enche mais e já posso caminhar por uma rua asfaltada”. O depoimento é da moradora Waldeci Barbosa, que mora na passagem Marinho há mais de 34 anos, bem próximo ao canal do Tucunduba, no bairro do Guamá. Assim como ela, outros moradores do entorno comemoram o início da pavimentação asfáltica de duas grandes pistas laterais, com 11,5 metros de largura cada uma, nas duas margens do canal.

Para quem vive há mais de trinta anos às margens do canal do Tucunduba, próximo à ponte da rua São Domingos, entre os bairros da Terra Firme e Guamá, em Belém, o sonho da urbanização na área passou a se tornar realidade com as obras da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), órgão responsável pela execução do projeto.

A aposentada Maria Luiza Ramos, 66, tem oito filhos e mora há 35 anos bem próximo do canal do Tucunduba. “Está ficando uma maravilha, olha só”, diz ela sorrindo e apontando para a larga avenida, aberta bem em frente a sua casa. “Antes isso aqui era tudo alagado, a gente vivia dentro da lama”, recorda a aposentada.

Os moradores acompanham de perto, desde janeiro deste ano, o trabalho do Governo do Estado de retomada das obras do Tucunduba, considerado um dos mais importantes projetos de saneamento integrado da capital paraense. “Atualmente, estamos iniciando o asfaltamento da pista da margem direita do canal, e também concluindo a terraplenagem e posterior início do asfaltamento da via da margem esquerda”, explica o engenheiro Sérgio Paixão, diretor de fiscalização da Sedop.

Além da abertura e pavimentação das pistas, as obras também contemplam a construção de calçadas para pedestres, ciclofaixas e a drenagem e dragagem do canal, com revestimento em placas de concreto das paredes laterais internas e a construção de três pontes de concreto e uma passarela metálica. Orçada em quase R$ 35 milhões, com financiamento da Caixa Econômica Federal, essa etapa do projeto envolve uma área de cerca de 800 metros, no trecho que vai da rua São Domingos até a rua dos Mundurucus, e deve ser concluída no final deste ano.

Ponte da Celso Malcher

A retomada das obras do projeto Tucunduba inclui ainda uma segunda frente de serviço, responsável pela construção da nova ponte de concreto da rua Celso Malcher, no bairro da Terra Firme.

Cerca de quarenta estacas de sustentação, com seis metros cada, já foram cravadas nos dois lados do canal. Em seguida foram instaladas quatro vigas de coroamento, que formam a estrutura horizontal da nova ponte. Concluída esta etapa, o último passo será a colocação da base da ponte, chamada de tabuleiro. Com 29 metros de extensão e 11 metros de largura, a obra deve ser concluída até o final de julho.

Histórico

Mais de 250 mil pessoas vivem ao longo da Bacia do Tucunduba, considerada a segunda maior bacia hidrográfica da capital, que atravessa cinco bairros: Guamá, Universitário, Terra Firme, Canudos e Marco. O projeto de saneamento do Tucunduba é antigo, começou a ser executado em 1999, pela Prefeitura de Belém. O primeiro trecho, com 1,2 quilômetros entre a avenida Perimetral a rua São Domingos, foi inaugurado em 2004.

Em 2008, a execução do projeto passou a ser de responsabilidade do Governo do Estado. Mas, pela complexidade da obra, muitos ajustes tiveram que ser feitos no projeto, o que desacelerou o ritmo da obra. Após a realização de nova licitação pela Sedop, no ano passado, finalmente a segunda etapa do Projeto de Saneamento do Tucunduba foi retomada em janeiro deste ano e deve ser concluída em dezembro.

A terceira e última etapa do projeto está prevista para começar em 2017 e envolve uma área de 1,4 quilômetros, que vai da rua dos Mundurucus até a travessa Vileta, no bairro do Marco.

Por Marlicy Bemerguy

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Governo e prefeituras discutem Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da RMB

Os municípios que compõem a Região Metropolitana de Belém (RMB) vão buscar soluções coletivas para os problemas relacionados ao desenvolvimento urbano das cidades. Esse é o objetivo do Acordo de Cooperação Técnica assinado, na manhã desta quarta-feira (25), entre o governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), e as sete prefeituras da RMB: Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides, Santa Bárbara, Santa Isabel e Castanhal.

Os gestores das cidades pretendem criar um Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado para a Região Metropolitana de Belém, com modelo de gestão compartilhada. Para o prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, é fundamental buscar soluções compartilhadas, principalmente em três áreas: coleta e destino final dos resíduos sólidos, transporte urbano e saúde. “Com certeza essa pauta é emergencial para qualquer discussão metropolitana. Na saúde e no transporte, por exemplo, o adensamento populacional provoca um efeito dominó e acaba sobrecarregando o atendimento na capital”, destacou o prefeito.

A secretária de Obras, Noêmia Jacob, informou que com a edição do “Estatuto de Metrópole”, em janeiro de 2015, todas as prefeituras e o governo do estado precisam definir de que forma serão executadas funções públicas de interesses comuns, ou seja, que extrapolam o universo de uma única prefeitura. “Cada município tem seu plano diretor, seu plano de saneamento, de mobilidade, mas precisamos fazer com que os planos ‘conversem’, para encontrar soluções coletivas para problemas comuns. Isso é o que chamamos de plano integrado, esse é o nosso desafio”, disse ela.

Parceria – A mesma preocupação também foi compartilhada por Manoel Pioneiro, prefeito de Ananindeua. Ele lembrou os desafios do governo do Estado para implantação do BRT Metropolitano, obra fundamental para melhoria da mobilidade urbana. “Enquanto o BRT de Belém avança e já está com as obras bem adiantadas, os outros municípios da RMB ainda dependem da autorização do governo federal para liberação das obras na Rodovia BR-316, que vão melhorar o transporte urbano para nossa população”, disse Pioneiro.

Também participaram do evento os prefeitos de Santa Bárbara, Ciro Goes e de Santa Isabel, Gilberto Pessoa. O município de Marituba foi representado pelo secretário de planejamento, Antônio Coutinho. Benevides também marcou presença com o secretário de Planejamento, Cláudio Lago. E Castanhal foi representado por Adalberto de Moraes Filho, secretário de Planejamento.

Por Marlicy Bemerguy

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