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Mais de 300 operários trabalham para entregar o Abelardo Santos até maio de 2018

Mais de 300 operários estão em ação em um trabalho simultâneo em todos os andares para garantir a entrega do maior hospital público da Região Metropolitana de Belém no primeiro semestre de 2018. O Hospital Abelardo Santos, em Icoaraci, beneficiará cerca de 1,2 milhão de pessoas com 269 novos leitos.

O Abelardo Santos é um dos seis novos hospitais públicos que estão sendo construídos em diversas regiões do estado. São unidades consideradas estratégicas para cada região que vai recebê-las, totalizando 800 novos leitos e investimentos de cerca de R$ 540 milhões. O objetivo do governo é ampliar e descentralizar o atendimento na rede pública, melhorando a assistência à população em todo o Pará.

O Abelardo Santos terá dez andares e está sendo construído com recursos de cerca de R$ 196 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os serviços que serão oferecidos estão urgência e emergência, clínica pediátrica e cirúrgica, traumatologia, terapia renal, unidade de transplante, maternidade, Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) infantil e adulto e centro cirúrgico com cinco salas.

“Todos os andares estão sendo trabalhados simultaneamente. No momento estamos realizando as instalações elétricas para posteriormente liberar os acabamentos, que é a fase final da obra”, explica o engenheiro Marcílio Fusco, gerente de Obras. A previsão, explica, é que a obra seja entregue até o final de maio de 2018. Marcílio também explica que as obras estão gerando mais de 400 empregos diretos e indiretos na região.

“No pavimento térreo serão localizados os ambulatórios com atendimento de ortopedia, oftalmologia e emergência médica. No primeiro pavimento teremos os centros cirúrgicos e o segundo andar com um pavimento técnico onde ficarão os equipamentos que darão manutenção ao hospital. No terceiro pavimento ficarão as áreas de Unidade de Terapia Intensiva e do quinto para cima ficarão os leitos”, explica o engenheiro.

Obras no interior

Cinco importantes hospitais de grande e médio porte que tiveram os serviços paralisados em função da crise já estão com as obras a todo vapor: Castanhal (230 leitos) e Capanema (58 leitos), no nordeste do Pará, e Itaituba (160 leitos) no sudoeste, ganharão, cada um, seu Hospital Regional.

O governo também já está finalizando e deve entregar ainda este ano as obras de reforma e ampliação do Hospital Municipal Santa Rosa, em Abaetetuba, que terá 72 leitos, e do Hospital Materno Infantil de Barcarena, com 30 leitos.

“As obras no Hospital Regional de Itaituba estão em grande desenvolvimento, com aproximadamente duzentos homens distribuídos em várias frentes e atividades como rede de gazes, elétrica e também no revestimento. Ou seja, estamos com 35% de avanço físico nas obras, que deverão ser concluídas de maio para junho de 2018”, explica o engenheiro civil Paulo Marques, fiscal da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop).

Por Márcio Flexa

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Governo e prefeituras discutem políticas integradas para RMB

            Planejamento e Gestão da Região Metropolitana de Belém (RMB) e as adaptações ao Estatuto da Metrópole. Este foi o tema central de uma nova reunião técnica ocorrida, na manhã desta quinta-feira (09), entre governo do estado e representantes das sete prefeituras que formam a RMB – Belém, Ananindeua, Marituba, Santa Bárbara, Benevides, Santa Isabel e Castanhal. O trabalho é coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Púbicas (Sedop), que desde 2015 vem dialogando com os representantes desses municípios, que têm até janeiro de 2018 como prazo final para entregar o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado - PDUI, com modelo de gestão compartilhada entre as respectivas prefeituras.

Num auditório lotado, o secretário de Obras, Ruy Mendonça, deu as boas vindas aos participantes e reforçou o papel da Sedop como responsável técnica no estado pela elaboração do plano de trabalho com as prefeituras. A diretora de Planejamento Metropolitano da Sedop, Helena Tourinho, destacou que esse é o momento de ouvir os municípios para definir o modelo de planejamento e financiamento dessa gestão compartilhada. “As Funções Públicas de Interesse Comuns (FPICs) como, por exemplo, a questão do transporte urbano e do lixo, precisam ser definidas e compartilhadas pelos municípios que formam a RMB. O Estatuto nos obriga a fazer o Plano, sob pena dos gestores serem passivos de improbidade administrativa”, observou.

O Estatuto da Metrópole foi criado através da Lei federal 13.089, de 12 de janeiro de 2015, com diretrizes gerais de planejamento, gestão e a execução das Funções Públicas de Interesse Comuns – FPICs. Além de informar sobre os trabalhos desenvolvidos pela Sedop, os participantes também receberam os resultados preliminares dos estudos de delimitação da RMB, além de análises técnica, jurídica e contribuições à minuta do projeto de Lei complementar à RMB. Esses documentos vão nortear as decisões das prefeituras que deverão apresentar, até o final deste mês, suas propostas e contribuições para elaboração do Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI) da Região Metropolitana de Belém.

 

 

Por Marlicy Bemerguy

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