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Famílias do Tucunduba são beneficiadas com programa habitacional

Mais de cem famílias remanejadas pelo governo do Estado de áreas como o Tucunduba e dos projetos de habitação do Taboquinha-Icoaraci, Pratinha e Pantanal receberam, na tarde desta segunda-feira (26), as chaves de seus apartamentos no Residencial Viver Primavera, no bairro do Tapanã, em Belém. Os imóveis fazem parte da segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. A entrega contou com a presença do governador Simão Jatene, dos ministros das Cidades, Bruno Araújo, e da Integração Nacional, Helder Barbalho, do prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, e parlamentares, entre outras autoridades.

As 113 unidades disponibilizadas pelo programa para o governo do Estado fazem parte de um conjunto de 704 apartamentos que deverão beneficiar mais de 2.800 pessoas. Com o custo de R$ 43,6 milhões, o empreendimento é composto de unidades habitacionais com 44,80m², avaliadas em R$ 61,9 mil cada.

“Precisamos virar uma página na história e na política desse País, onde o político chega e diz ‘eu faço, eu estou trazendo’. Nenhum político faz o que quer que seja com o dinheiro do seu bolso, não. Está fazendo com o imposto que o cidadão paga. Com o imposto que vocês pagam. É lamentável nesse País que, muitos, ao invés de servirem ao público, se sirvam dele. E é essa a página que precisa ser virada”, destacou o governador, ao falar sobre os verdadeiros financiadores da obra.

Ainda em seu discurso o governador destacou a importância de projetos habitacionais no Estado, como o Cheque Moradia. “A luta pela casa própria não é uma invenção, um discurso de agora. Lá atrás, no primeiro governo ainda, quando nós criamos o Cheque Moradia, todos diziam que era quase impossível manter o programa. E vejam quantas famílias já foram beneficiadas por ele, que hoje ainda serve de referência para programas do governo federal, como o Cheque Reforma. Mas ainda há quem tente criminalizá-lo, para que se acabe. Mas não vai acabar, não, porque ele não é meu, nem do Estado. É do povo”, complementou Jatene.

Beneficiados - Entre as famílias beneficiadas está a de dona Maria Joana Pereira, 45 anos, remanejada da área do Tucunduba. A manicure conta que ficou emocionada ao entrar em sua nova casa. “É uma alegria muito grande ter um local bonito para viver, com uma boa estrutura e mais espaço. Eu dormia amontoada com as minhas crianças e agora eles terão um quarto só para elas, com mais conforto. Aqui com certeza eu vou ser muito feliz”, enfatizou dona Maria.

O remanejamento das famílias e a posterior remoção das casas construídas irregularmente sobre o canal do Tucunduba foi fundamental para a continuidade das obras do projeto de Saneamento Integrado do Tucunduba, que está sendo executado pelo governo do Estado desde o ano passado. As famílias identificadas previamente para remoção assinaram um acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Pública (Sedop) que garantiu o recebimento de um auxílio moradia mensal no valor de R$ 523,45, até que a nova moradia fosse entregue.

Orçada em cerca de R$ 35 milhões, a segunda etapa do projeto Tucunduba foi retomada em janeiro de 2016 e envolve uma área de cerca de 800 metros, no trecho que vai da rua São Domingos até a rua dos Mundurucus, e deve ser concluída em maio de 2018. Além da abertura e pavimentação das pistas laterais, construção de calçadas e ciclofaixas, a obra também inclui a drenagem e dragagem do canal, tubulação de esgoto e a construção de três pontes de concreto e uma passarela metálica. Mais de 250 mil famílias vivem hoje ao longo da bacia do Tucunduba, considerada a segunda maior bacia hidrográfica da capital e que atravessa cinco bairros: Guamá, Universitário, Terra Firme, Canudos e Marco.

Quem também comemorou a conquista foi dona Isaura Monteiro da Silva, 42 anos. Para a doméstica, que morava em uma palafita na área do Taboquinha, em Icoaraci, uma das localidades atendidas, o sonho da casa própria e digna foi finalmente realizado. “Hoje estou realizando um sonho esperado por muitas famílias. A gente morava numa casa de madeira, sem estrutura, que tava toda ruim e tinha muitos ratos ao redor. Hoje eu posso morar com meus filhos num lugar mais digno”, afirmou Isaura.

O projeto Taboquinha contempla, além da construção de unidades habitacionais, a urbanização de toda a área externa do residencial, com pavimentação de vias, implantação de rede de esgoto, drenagem pluvial e de abastecimento, estação de tratamento de água, centro comunitário e áreas de lazer. O projeto inclui ainda a recuperação do Igarapé do Cubatão, possibilitando aos pescadores retomarem suas antigas atividades.

Os imóveis contam com área de lazer dotada de parque infantil, uma quadra de esportes e um centro comunitário. Os apartamentos também são adaptados para pessoas com deficiência e o residencial é equipado com infraestrutura completa, pavimentação, rede de água, esgotamento sanitário, drenagem e energia elétrica.

Durante a cerimônia de entrega das chaves o ministro das Cidades, Bruno Araújo, anunciou novos investimentos para o local, como a construção de um posto de saúde e de uma creche. “Já me comprometi com o prefeito Zenaldo a autorizar esse dois benefícios. Mas a melhor notícia para o Pará é que nós autorizamos mais 1.800 unidades, o que representa mais R$ 133 milhões em investimentos nessa nova fase do Minha Casa, Minha Vida”, destacou o ministro. Já o prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, anunciou que já foi solicitada a ordem de serviço para a criação de uma linha de transporte público para beneficiar a população do local e entorno.

Colaboração: Izabel Cunha - Ascom Sedop

Por Lidiane Sousa

 

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Conselho das Cidades discute em Belém programas habitacionais

Até a próxima quinta-feira (29), no auditório da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), em Belém, integrantes do Conselho Estadual das Cidades (Concidades) discutem decisões de interesse comum dos municípios que representam. Na manhã desta terça-feira (27), a programação foi aberta com o seminário sobre “Programas Habitacionais: Cartão Reforma”, proferida pelo conselheiro Herivelton Bastos, representante do segmento Empresarial.

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Famílias remanejadas do Tucunduba assinam contrato da casa própria

Um sonho com data e hora marcada para ser realizado. Centenas de famílias de baixa renda lotaram o auditório do Centur na manhã desta terça-feira, 20, para assinatura do contrato com a Caixa Econômica Federal, que lhes garantiu o acesso a tão sonhada casa própria. São 704 famílias com renda de até R$ 1.800,00, que a partir do próximo dia 26 terão um novo endereço: o Residencial Viver Melhor Primavera, no Tapanã.

O conjunto foi construído por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal e a inauguração na próxima semana foi confirmada pelo prefeito Zenaldo Coutinho, durante o evento no Centur, o que foi celebrado com aplausos e euforia pelas famílias presentes. “Graças a Deus! É um alívio saber que saí do alagado e já já vou ter a minha tão sonhada casinha”, declarou a aposentada de 68 anos, Rosa Pacheco da Cruz, logo após a assinatura do contrato. Ela integra um grupo de 64 famílias remanejadas da passagem Boa Esperança, às margens do canal do Tucunduba, no bairro do Guamá, em Belém.

Assim como ela, José Lucicleo dos Santos e a esposa Patrícia também estavam felizes com a conquista: “Eu tenho um casal de filhos, de 13 e 10 anos de idade. Isso aqui representa uma grande vitória pra nós, do Tucunduba. O prefeito se comprometeu conosco e está cumprindo. É moradia digna pra nossa família”, declarou José, com um grande sorriso no rosto.

O remanejamento das famílias e a posterior remoção das casas construídas irregularmente sobre o canal do Tucunduba foi fundamental para a continuidade das obras do projeto de Saneamento Integrado do Tucunduba, que está sendo executado pelo Governo do Estado desde o ano passado. As famílias identificadas previamente para remoção assinaram um acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop) que lhes garantiu o recebimento de um auxílio moradia mensal, no valor de R$ 523,45 até que a nova moradia fosse entregue.

Projeto Tucunduba

Orçada em cerca de R$ 35 milhões, essa segunda etapa do projeto Tucunduba  foi retomada em janeiro/2016 e envolve uma área de cerca de 800 metros, no trecho que vai da Rua São Domingos até a Rua dos Mundurucus e deve ser concluída em maio de 2018.

Além da abertura e pavimentação das pistas laterais, construção de calçadas e ciclofaixas, a obra também inclui a drenagem e dragagem do canal, tubulação de esgoto e a construção de três pontes de concreto e uma passarela metálica. Mais de 250 mil famílias vivem hoje ao longo da bacia do Tucunduba, considerada a segunda maior bacia hidrográfica da capital e que atravessa cinco bairros: Guamá, Universitário, Terra Firme, Canudos e Marco.

Projeto Taboquinha

Além das famílias do Tucunduba, mais 79 famílias de Icoaraci fizeram parte do público que hoje assinou contrato com a Caixa Econômica Federal, para aquisição da tão sonhada casa própria. O grupo faz parte dos remanejados do Projeto Taboquinha, localizado em Icoaraci, alguns dos quais recebem o auxílio aluguel.

A felicidade estava estampada no rosto de João Santos de Oliveira, que ao lado da esposa Suely Maria Filgueira Jardim, comemorava a assinatura do seu contrato.

Suely disse que a casa onde vive o casal há nove anos, na rua 2 de Dezembro, em Icoaraci, é de madeira e está bastante deteriorada. “Quando recebi o comunicado fiquei esperançosa, e foi com esse espírito que participei da reunião de orientação na Cohab. Quase cheguei a desistir por conta de um problema na minha família” – disse, referindo-se ao alcoolismo do marido. “Mas, depois de participar da vistoria no apartamento novo, resolvi dar continuidade ao processo. Fui estimulada a não desistir e agora só tenho a comemorar. É a realização de um sonho”, declarou.

Izaura da Silva Barros, moradora da comunidade Cubatão, que integra o Projeto Taboquinha, também era só felicidade. “Vivo há mais de 20 anos no Cubatão e a minha casa está em condições precárias. Meu banheiro já desabou e parte da cozinha também está prestes a cair. Então, só de saber que vamos sair daquele lugar e morar num apartamento confortável já é motivo de muita alegria. Eu jamais teria condições de comprar uma casa assim pra mim”, disse a dona de casa, que mora com um neto de cinco anos e sobrevive com a renda do programa Bolsa Família.

O projeto Taboquinha contempla, além da construção de unidades habitacionais, a urbanização de toda a área externa do residencial, com pavimentação de vias, implantação de rede de esgoto, drenagem pluvial e de abastecimento, estação de tratamento de água, centro comunitário e áreas de lazer. O projeto inclui ainda a recuperação do Igarapé do Cubatão, propiciando aos pescadores retomar suas antigas atividades.

Por Marlicy Bemerguy

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Projeto de saneamento começa a mudar a paisagem do Tucunduba

Aos poucos duas grandes pistas laterais de 800 metros de extensão vão sendo abertas e pavimentadas e começam a mudar a paisagem e o dia a dia de centenas de famílias que vivem às margens do canal do Tucunduba, no trecho entre a Rua São Domingos e a Rua dos Mundurucus, no bairro do Guamá, em Belém. Sob um sol escaldante, homens e máquinas pesadas trabalham diariamente para transformar em realidade o projeto do Governo do Estado de Saneamento Integrado do Tucunduba, sonho antigo dos moradores da área.

“Antes dessa obra, com a maré grande e as chuvas, o igarapé entrava até na minha cozinha, alagava tudo”, lembra a dona de casa Marilene Moraes, 38 anos, casada e com cinco filhos. Ela mora há 17 anos na passagem Boa Esperança, às margens do Tucunduba. “Todos falavam que isso não ia acontecer. Que eu ia morrer e não ia ver essa obra realizada. E agora olha aí, a Avenida Tucunduba sendo construída bem na frente da minha casa”, comemora Marilene, com um grande sorriso nos rosto.

Assim como ela, a vendedora de açaí Núbia Medeiros, 42 anos, casada, cinco filhos e há mais de 14 anos vivendo e trabalhando na área, também não esconde a alegria: “Graças a Deus que a obra está avançando. Vai ficar bonito isso aqui e vai melhorar bastante tanto a nossa vida pessoal, como profissional”, diz ela.

Indenizações e remanejamentos

Núbia e Marilene fazem parte da lista de 149 famílias cadastradas pela área social da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), para permitir o avanço dessa etapa da obra. Desse total, 76 moradores optaram por receber uma indenização completa, quando ocorre a retirada total da casa, ou indenização parcial, como nos casos de Núbia e Marilene, em que foi preciso fazer apenas um recuo da casa ou retirada de um cômodo para permitir o alargamento da via.

O outro grupo, formado por 73 famílias que construíram suas moradias irregularmente às margens ou sobre o canal do Tucunduba, já está sendo remanejado da área. Esses moradores assinaram acordo individual que garante o pagamento de auxílio moradia por um período de três meses (maio, junho e julho). Esse é o prazo previsto para entrega do Residencial "Viver Melhor Primavera", que está sendo construído pela Prefeitura de Belém, no bairro do Tapanã, e para onde essas famílias serão remanejadas.

Nesta sexta-feira, 9, a Prefeitura de Belém convocou uma reunião com os futuros moradores para vistoria das unidades habitacionais e assinatura do contrato com a Caixa Econômica Federal.

Obra avança

Orçada em R$ 34.282.306,34, a segunda etapa do projeto de saneamento do Tucunduba foi iniciada em janeiro de 2016 e envolve uma área de cerca de 800 metros, no trecho que vai da Rua São Domingos até a Rua dos Mundurucus e deve ser concluída em maio de 2018. “Hoje nós temos cerca de 90 operários trabalhando no Tucunduba. E o remanejamento dessas famílias é fundamental para o avanço da obra. Dos 800 metros previstos, restam apenas 300 metros para concluir esse trecho até a Rua dos Mundurucus”, explicou o engenheiro da Sedop, Gilmar Mota.

Além da abertura e pavimentação de duas grandes pistas laterais, construção de calçadas e ciclofaixas, a obra também inclui o alargamento do canal, com a drenagem, dragagem e limpeza, tubulação de esgoto e a construção de três pontes de concreto e uma passarela metálica. Mais de 250 mil famílias vivem hoje ao longo da bacia Tucunduba, considerada a segunda maior bacia hidrográfica da capital e que atravessa cinco bairros: Guamá, Universitário, Terra Firme, Canudos e Marco.

Por Marlicy Bemerguy

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Famílias remanejadas do Tucunduba conhecem suas novas moradias

Esta quinta-feira (9) foi um dia muito especial para o atendente de loja John Bahia Lima, de 32 anos. Acompanhado da esposa Luciana e do filho John Jr, de apenas três anos, ele não escondia a emoção e um certo nervosismo com o que estava por vir: a família iria finalmente conhecer a nova moradia. “A sensação é boa demais! O coração está a mil”, declarou o novo proprietário do apartamento no conjunto Residencial ‘Viver Melhor Primavera’, construído pela Prefeitura de Belém, no bairro do Tapanã, e com inauguração prevista para o final deste mês de junho.

Hoje foi o dia de todos os beneficiários fazerem a vistoria oficial das novas unidades habitacionais e começarem a organizar suas mudanças.  Até pouco tempo, a família de John vivia irregularmente em uma área alagada na passagem Boa Esperança, na margem direita do canal do Tucunduba, bairro do Guamá, de onde teve que ser remanejada, junto com outras 73 famílias, devido ao avanço das obras de saneamento integrado do Tucunduba, que vem sendo executadas pelo governo do Estado desde o ano passado.

Em função disso, foi firmada uma parceria entre o governo e a Prefeitura de Belém, permitindo a transferência inicial de 64 famílias (nove ainda estão com pendências na documentação enviada à Caixa Econômica Federal) para os residenciais em construção no município por intermédio do programa federal “Minha Casa, Minha Vida”. Enquanto aguardavam que o novo lar ficasse pronto, esses moradores assinaram um acordo individual com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), garantindo o pagamento de auxílio moradia por um período de até três meses (maio, junho e julho).

“Foi uma surpresa maravilhosa quando recebi a ligação da Sedop me convocando para esta vistoria. Achei que ia demorar mais. Fiquei emocionada de visitar o novo lar onde vou viver com meus dois filhos (um menino de dois anos e uma menina de apenas dois meses)”, declarou Maria Josineia Santos, após conhecer o apartamento que agora é seu, no terceiro andar do bloco 08.

Um largo sorriso denunciava a alegria de outra futura moradora do Bloco 08, a aposentada Rosa Helena Pacheco, de 68 anos, que também não escondia a emoção por finalmente realizar o sonho da casa própria: “É uma benção de Deus poder sair do alagado, lá no Tucunduba, pra viver na minha nova casa!”, comemorou. Após a vistoria das unidades, a próxima etapa será a assinatura do contrato junto à Caixa Econômica Federal. O trabalho foi coordenado pela Secretaria Municipal de Habitação de Belém (Sehab), com o apoio da Companhia de Habitação do Pará (Cohab) e da Sedop.

Obras avançam em ritmo acelerado 

Orçada em R$ 34.282.306,34, a segunda etapa do projeto de saneamento do Tucunduba foi iniciada em janeiro/2016 e envolve uma área de cerca de 800 metros, no trecho que vai da Rua São Domingos até a Rua dos Mundurucus, e deve ser concluída em maio de 2018. “Hoje nós temos cerca de 90 operários trabalhando no Tucunduba. E o remanejamento dessas famílias é fundamental para o avanço da obra. Dos 800 metros previstos, restam apenas 300 para que terminemos esse trecho até a Rua dos Mundurucus”, explicou o engenheiro da Sedop, Gilmar Mota.

Além da abertura e pavimentação de duas grandes pistas laterais, construção de calçadas e ciclofaixas, a obra inclui o alargamento do canal, com a drenagem dragagem e limpeza, tubulação de esgoto e a construção de três pontes de concreto e uma passarela metálica. Mais de 250 mil famílias vivem hoje ao longo da Bacia doTucunduba, considerada a segunda maior bacia hidrográfica da capital e que atravessa cinco bairros: Guamá, Universitário, Terra Firme, Canudos e Marco.

Por Marlicy Bemerguy

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