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Obras do Hospital Abelardo Santos chegam à cobertura

O novo hospital Abelardo Santos, que está sendo construído pelo Governo do Estado no distrito de Icoaraci, será o maior hospital público da Região Metropolitana de Belém, beneficiando cerca de 1,2 milhão de pessoas. O prédio principal terá 10 andares, com 259 leitos. A obra de construção e aparelhamento do novo hospital teve início em dezembro de 2013 e deve ser concluída em julho de 2016.

A data inicial de entrega da obra, prevista para dezembro desde ano, foi alterada devido à necessidade de ajustes no projeto e ao novo cronograma de execução dos serviços. “Quem trabalha com construção sabe que esse atraso é considerado normal para projetos desse porte”, disse a secretária de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, Noêmia Jacob.

Ainda segundo a secretária, “construir um grande hospital como será o Abelardo Santos é uma tarefa complexa, exige um projeto especial e atenção redobrada na fase de execução e fiscalização das obras. Além disso, entre a licitação e o início real da obra, foi necessário um tempo adicional para remoção dos pacientes e desocupação total do antigo prédio”.

Atualmente os operários trabalham na conclusão da estrutura do prédio principal. “Os dez andares já estão prontos, faltando apenas a cobertura. E os serviços de alvenaria já estão em execução no quinto andar”, revelou o engenheiro responsável pela obra, Marcílio Fusco. As etapas seguintes incluem instalações elétricas e hidrossanitárias e os serviços de acabamento da obra, como paisagismo, climatização, instalações de gases medicinais, instalações hidráulicas de prevenção e combate a incêndio, além da aquisição e instalação dos equipamentos.

Com investimentos de R$ 172 milhões, financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a área de construção do novo Abelardo Santos é de 45 mil metros quadrados, sete vezes maior que a do antigo hospital, que funcionava no mesmo local e foi demolido.No hospital funcionarão várias clínicas, entre elas a pediátrica, cirúrgica, médica e de traumatologia.

A população também terá acesso a serviço de terapia renal, unidade de transplante, maternidade, Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) infantil e adulto, centro cirúrgico com cinco salas, laboratório de análises clínicas, serviço de reabilitação e centro de diagnóstico por imagem, que fará os exames mais modernos de mamografia, ressonância magnética e tomografia computadorizada. Além disso, haverá um prédio anexo onde serão instalados auditórios, cozinha, refeitório, lavanderia, vestiário e área de manutenção.

Marlicy Bemerguy
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas

Obras na avenida Independência entram na reta final

Com o fim do período de chuvas, o Governo do Estado intensifica o ritmo da primeira etapa das obras de prolongamento da Avenida Independência, que já estão com mais de 90% dos serviços executados e devem ser concluídos na primeira semana de julho. Nesta etapa, são dezenas de máquinas e mais de 100 operários trabalhando para finalizar os serviços de drenagem e urbanização do canteiro central, iluminação e sinalização da via, considerada estratégica por criar uma rota alternativa de acesso à capital paraense.

A secretária estadual de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, Noêmia Jacob, esteve na avenida, na manhã desta sexta-feira (12), acompanhando de perto o andamento da obra. “A via já está toda asfaltada. Agora só estamos finalizando a sinalização, iluminação e urbanização do canteiro central”, destacou.

Orçada em R$ 137 milhões, a primeira etapa da obra de prolongamento da Avenida Independência incluiu serviços de terraplenagem, drenagem e pavimentação de nove quilômetros, no trecho que começa na rodovia dos 40 horas e vai até a BR-316. O projeto também incluiu a construção de calçadas, ciclofaixas e quatro pontes, sendo duas sobre o Rio Maguary-Açu e outras duas pontes sobre o canal do 40 horas.

A segunda etapa do projeto, que deve entrar em licitação em agosto, prevê a construção de um viaduto de interligação da Independência com a rodovia BR-316. “Essa obra é fundamental por permitir um melhor escoamento do tráfego pra quem deseja entrar ou sair de Belém, a partir de Marituba, sem precisar passar pela BR-316”, disse a secretária Noêmia Jacob. E concluiu: “É, sem dúvida, uma rota alternativa importantíssima e mostra, mais uma vez, a preocupação do governo Jatene com a melhoria da qualidade de vida da nossa população, já que vai beneficiar todos os moradores da Região Metropolitana que circulam por essa avenida”.

Marlicy Bemerguy
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas
 
 
 

Municípios recebem treinamento na elaboração de plano municipal de resíduos sólidos

Técnicos e secretários de 14 prefeituras do interior estão dando continuidade às discussões para a elaboração dos Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS), que vão ajudar as prefeituras na captação de recursos federais para aplicar em ações de saneamento nos municípios. As conversas iniciaram no mês passado em Belém, no auditório da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop).

No período de 19 a 22 de maio, acontece a Oficina de Proposições, direcionada apenas a municípios que possuem as etapas anteriores (diagnóstico e prognóstico do Plano). A etapa final está prevista para os dias 26, 27 e 28 de maio, quando será realizada a Oficina de Prognóstico, direcionada aos municípios que possuem apenas o diagnóstico do Plano. Será a fase de apresentação da metodologia de construção dos projetos.

A elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos é uma responsabilidade do município, mas o Estado por intermédio da Sedop, está dando apoio técnico aos municípios na elaboração, com base no que prevê o artigo 19 da Lei 12.305/10.O treinamento contou com a participação do Consórcio Integrado dos municípios Paraenses (Coimp), que conta com 32 municípios consociados.

Os municípios precisam concluir seus planos para que possam captar recursos para executar projetos, programas e obras no âmbito do saneamento básico, esclareceu Ingrid Souza, da diretoria de logística e integração regional da Sedop. A meta da Sedop é que, até o final deste semestre, 30 prefeituras já tenham elaborado seus planos de resíduos sólidos. 

Participaram da oficina as prefeituras de Juruti, Oriximiná, Quatipuru, São Miguel do Guamá, Augusto Correa, Nova Esperança do Piriá, Terra Alta, Bragança, Monte Alegre, Santa Isabel do Pará, Muaná, Garrafão do Norte, Magalhães Barata e São João da Ponta. O treinamento é coordenado por Francisco Pacheco, da diretoria de logística e integração regional da Sedop.

 

Izabel Cunha
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas

Conselho Estadual das Cidades discute o desenvolvimento urbano no Pará

Como construir cidades mais humanas, justas e sustentáveis? Esse é um dos o principais desafios de governadores e prefeitos de todo o país. O assunto começou a ser discutido nessa quarta-feira (13), em Belém, durante a primeira reunião ordinária de 2015 do Conselho Estadual das Cidades (ConCidades- Pará), que reúne 49 representantes do poder público (federal, estadual e municipal), movimentos populares, ONGs, entidades empresariais, dos trabalhadores, acadêmicas e de pesquisa.

A reunião foi aberta pela secretária de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), Noêmia Jacob, que também é presidente do ConCidades-Pará: “A nossa principal meta é fazer com que o Conselho possa cumprir suas funções, apontando diretrizes para a política urbana no Pará”.

A secretária também destacou o papel da Sedop na integração das políticas públicas de desenvolvimento Urbano. “Com essa nova organização do Estado, a Cohab, Cosanpa e NGTM, órgãos responsáveis pelas áreas de habitação, saneamento e mobilidade urbana, passaram a ser vinculados à Sedop, fazendo com que toda a política de Desenvolvimento Urbano do estado esteja organizada sob a mesma gestão, pra poder fazer as articulações necessárias, com planejamento”.

Desafios

Coordenado pela diretoria de Relações Comunitárias da Sedop, o encontro vai reunir, até esta quinta-feira, 14, cerca de 80 participantes, sendo 40% do poder público e 60% da sociedade civil. Em pauta, a apresentação do “Estatuto das Metrópoles”, a eleição do Conselho Gestor do Fundo Estadual de Habitação de Interesse Social e as reuniões das câmaras técnicas de Saneamento, Habitação, Mobilidade e Ordenamento Territorial.

Criado em 2004 pelo Ministério das Cidades, o Conselho das Cidades tem como principal objetivo articular a construção de políticas públicas urbanas para melhorar as condições de vida dos habitantes das cidades. A criação dos conselhos locais, nos estados e municípios, é importante para efetivação da política urbana e do controle social. No Pará, O ConCidades foi criado em 2008. O calendário de atividades prevê quatro reuniões ordinárias anualmente e a eleição de representantes a cada dois anos.

Marlicy Bemerguy
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas
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